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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Justino Pinto de Andrade ressuscita revista de imprensa

Economista Justino Pinto de Andrade

Recentemente o economista, professor universitário e político, Justino Pinto de Andrade, retomou o exercício que vinha fazendo durante anos na emissora Rádio Ecclesia. Desta vez fa-lo em parceria com a Editora "A árvore" o partido Bloco Democrático (BD), do qual é Presidente.

Falo-vos do programa, revista de imprensa, que agora é fornecido para distribuição livre online. Durante este periódo, este espaço publicará todos os programas, tal como o fará com outros cujo conteúdo for pertinente e de interesse público.

As duas edições já publicados, podem ser ouvidos nos através dos seguintes links:
https://soundcloud.com/wbtonet/revista-imprensa-jpa-bd
https://soundcloud.com/wbtonet/revista-imprensa-2601203jpa
http://www.bdangola.com/do/BDRadio


sábado, 25 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL


FELIZ NATAL
e
2011 Cheio de SUCESSOS 


Aos meus familiares, a minha querida, amigos, alunos, colegas de trabalho, companheiros partidário e outros, a todos desejo um Feliz Natal, que Jesus entre em nossos corações.

Espero que em 2011 possamos ter mais sorte, trabalhar mais, estudar mais, fazer melhor as coisas as quais estamos incumbidos.

Vamos aproveitar o momento, para lavar as nossas almas, perdoar, amar e preparar o presente e o futuro.

Nasceu o menino Jesus Cristo, espero que nasça também algo positivo dentro dos nossos corações e mentes.

Nós Podemos

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Jornal "O Independente" apanhado nas malhas do plágio


Na sua edição de 31 de Julho de 2010, o Semanário angolano, "O Independente", na sua coluna/ secção de tecnologia, recorreu a plágios evidentes, ou seja, os textos e imagens usados, foram copiados e alterados do site                         http://tecnologia.br.msn.com  

Até ao momento, ainda não ouvi nenhum pronunciamento, por parte de nenhuma autoridade angolana, ligada a classe profissional, diante de um procedimento que lesa muitos dos princípios jornalísticos, bem como normas do direito internacional relacionados com os direitos de autor e propriedade intelectual.

As imagens ao lado, servem para comparar a semelhança entre os textos e imagens, que diga-se não são coincidências nenhuma. 

Diante desta atitude, nós os consumidores temos estado a comprar um produto não genuíno, um produto cujos os verdadeiros proprietários têm estado a ser roubados. Plágio é crime, mas "O Independente" tem lucrado com isso.

Gostaríamos imenso, que instituições, como o Ministério da Comunicação Social, para além de evangelizar os jornalistas, pudesse começar a por cobro a este tipo de procedimentos. Fazemos também um apelo ao Sindicato dos Jornalistas, a União dos Jornalistas angolanos e outras instituições da classe que passem a prestar mais atenção a estes pormenores, que evidenciam entre outros aspectos uma clara concorrência desleal.

Esses factos, permitem-nos ter uma ideia, do fraco ou mesmo não funcionamento das instâncias de apuração da notícia, do "newsmaking" e "gatekeeper" neste jornal. Outro aspecto esta relacionado, com o facto de toda gente achar que é jornalista e que basta ter uma oportunidade.... Mas destes vamos abordar em outro texto, pois os meus alunos de Ciências da Comunicação, vão gostar de rir estas trapalhadas.

Ao jornal "O Independente" aconselho a fecharem as portar para redefinirem tudo, incluindo a política editorial, a fim de justificarem o nome de independente e a classe jornalística, com conteúdos de qualidade. Não se esqueçam quando vão escrever o texto de alguém devem pedir autorização e referenciar a fonte, na verdade é assim que aprendemos na escola (ensino médio e universitário), em disciplinas como Metodologia de Investigação Científica. Ainda bem que aprendi isso com os meus Professores (a eles muito obrigado, pois não faço estas asneiras).


Os restantes jornais, não relaxem estou a controlar e analisar o que estão a fazer, o próximo virá a seguir.   Até......  

sábado, 21 de agosto de 2010

COCAN e a prestação de contas 1



A prestação de contas, é uma das práticas mais elementares de qualquer organização ou instituição digna deste nome. No entanto, temos observado de forma corrente, o que já tem virado moda e norma, principalmente por parte das instituições beneficiarias de verbas provenientes do erário publico.

Angola, o meu, nosso país, que no principio do ano muito reclamou dos efeitos da crise económica e financeira mundial, que em 2008 não nos atingiria (segundo pseudo "A na listas", que deviam é estar fora de listas), mas que o oportunismo político, fez que fossemos abrangidos apenas em 2009, gastou rios de dinheiro com a realização deste CAN.

Foi feita engenharia social, foram maquilhadas as ruas e o país, foi feita uma evangelização futebolística sem precedentes, enquanto, se mudavam em laboratórios a constituição e a configuração do país. Quando olhamos para os custos reais nunca revelados e comprovados a sua utilização justa e rigorosa, ficamos tristes e não surpreendidos.

Os Sr.s nomeados pelo Presidente da República, os dirigentes da FAF entre outros, gastaram o nosso dinheiro como lhes apeteceu, agora furtam-se a prestar contas do dinheiro do país. Estes mesmos Srs... os quais infelizmente o nosso Presidente da República, que até fala muito bem, fala bonito, e por vezes conquista os corações menos atentos e arrasta a sua multidão embriagada de fidelidade canina, não os consegue fazer parar, agora vêm falar de probidade e resgate dos valores morais?

Será que somos apenas chamados para votar? onde anda o nosso direito a informação? Nesta novela cujo fim não quer aparecer, nem o Tribunal de Contas, fez de contas que levou o caso a sério, como o fez outras situações.

Continuamos a espera, mas por favor, meus compatriotas, não nos iludamos. Eles não mudam...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

ONGs comunicar, não complicar

Um dos grandes desafios das ONGs é a comunicação de suas causas, projectos e trabalhos. Como divulgar de modo estratégico e eficiente, as transformações sociais?

Independentemente do objecto social, o sucesso de qualquer instituição esta quase sempre relacionado a uma estratégia  de comunicação eficaz e bem elaborada. Infelizmente em Angola, apenas uma minoria consegue ter estratégias razoáveis e seus trabalhos têm alcançado alguma visibilidade pública.

A medida que as ONGs se profissionalizam, devem ter atenção a sua auto-sustentabilidade, nisto torna-se imprescindível integrar estratégias e ferramentas para divulgar suas acções sociais.

A comunicação efectiva, difundi ideias e amplia o alcance a formadores de opinião e legisladores, aumentando contactos e atraindo novos doadores e parceiros. Em temos ouvimos o Dr. Justino Pinto de Andrade, em uma das suas crónicas, na Rádio Eclesia (Angola) 97.5 FM, elogias a ANASO - Rede Angolana das Organizações de Serviços de SIDA, provavelmente este terá sido um dia importante para organização, uma vez que foi citada por um opinion maker respeitado, numa rádio com muita audiência e também respeitada.

As ONGs devem deixar de considerar a comunicação, como algo acessório, ela tem de estar no centro da vida da organização, durante a concepção de um projecto ou acção, as técnicas e ferramentas têm de estar em evidencia.

Embora determina comunicacionais da imprensa publique questões duvidosas de algumas organizações, sem fazer a devida apuração, e questionamentos em relação as suas acções, o destaque é apenas dado a algumas. Por isso, é necessário trabalhar para comunicar melhor com os clientes internos (associados e funcionarios da organização) e clientes externos (beneficiários, doadores, governo, comunicação social, etc).

Podemos estar a fazer o melhor trabalho do mundo, mas se não divulgarmos, não estamos a fazer nada. Se divulgarmos de forma errada, nos complicaremos.


Texto escrito em 05-01-2005